s da grécia? entramos em itália de barco, qual aventureiros em busca de um país pelo qual não caímos de amores, prontos a dar-lhe mais uma "oportunidade". os sítios pelos quais passamos e paramos para dormir foram:
quem nos recebeu?cesena - silvia
sa nos sentíssemos! partilharam jantares, experiências, anedotas, momentos de muito boa disposição, música improvisada, amigos, voltas pela cidade e tudo o mais que lhes estava ao alcance!
quitectura de algumas cidades italianas, apesar de, depois de se viajar um pouco pela itália (norte) termos a noção de que são todas muito iguais. no entanto, à noite, com as cores que têm e as luzes nas ruas, ganham outra magia!do que não gostamos? continuamos a achar que no norte de itália, onde já estivemos antes, as pessoas têm a mania. dizia-nos uma alemã que conhecemos em bolonha (imagine-se, uma alemã!) que as pessoas em itália nunca correm e que não sabia se era porque nunca tinham pressa para nada ou se para não perderem a pose. nós achamos que é a segunda hipótese, sem qualquer dúvida. as pessoas têm o nariz empinado, uma espécie de snobismo que não lhes fica nada bem. nada a queixar, basta não voltar! um de nós já é a terceira vez que para ali viaja, outro, a segunda e a ideia com que ficamos, é sempre a mesma...
o que detestámos? 1 - a estrada pela qual decidimos subir país acima e, se muitas
foram as vozes que se levantaram dando-nos outras opções de caminho, o facto de estarmos calejados das montanhas da grécia, fez-nos tomar um rumo pela via emilia, que foi a estrada mais entediante que tomámos até agora. além de tudo, ainda estava cheia de camiões, automóveis nervosos e muito nevoeiro. 2 - a chuva qu
e apanhámos já do lado de lá das montanhas, que caiu continuamente desde que saímos do hotel em varazze, até sairmos da tenda em bartolomeo al mare, no dia seguinte. resultado? todos encharcados, da cabeça aos pés, sem sítio para secar a roupa e com um telhado de uma garagem a cobrir-nos ao seu melhor jeito a noite toda. porém, à 1h30, tivemos que nos levantar, pois tomamos consciência que a tenda estava dentro de um lago e tivemos que mudar de lugar. muito vento, trovões, relâmpagos e chuva. no outro dia, vestir a roupa toda molhada, não foi nada engraçado. 3 - as pessoas pelas quais passámos e que nos ignoravam completamente por estarmos naqueles estado, sem se preocuparem se estávamos bem ou não (não estávamos). os hoteis caríssimos que nos rebentavam completamente o orçamento, levando um simples hotel de uma estrela, por uma noite, 50€ - dois dias e meio de orçamento da nossa viagem!
o que se pode contar mais acerca de itália?
- que continua a viver num regime de fascismo;
- que existe uma proposta de um partido para se dividir o país a meio, em que a linha de fronteira seria o rio reno. o norte rico e trabalhador, com pouco desemprego e o sul pobre e com muito desemprego; - que existe uma forte tensão entre pessoas do sul e do norte, tendo-nos dito até o mario de bolonha, que via papeis nas paredes na cidade, de estudantes procurando quem com eles o apartamento partilhasse mas, em letras bem gordas, que não aceitavam gente do sul! - que as pessoas não se afastam nas ruas quando connosco se cruzam, resultando num embate quase frontal, pois chegamos a uma certa altura que também nem um centímetro nos afastamos e seja o que for - que em itália existem mesmo muitas livrarias, o que nos agrada imenso! são às dezenas e muitas em cada cidade! há outlets de livros...muito bom!





























